segunda-feira, 9 de junho de 2014

Programa "Ser Cientista"


Ser Cientista
Decorre entre 9 e 30 de junho o prazo para proceder à inscrição no programa Ser Cientista, uma iniciativa da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, destinada a alunos do ensino secundário que frequentam o 11.º ano de escolaridade no ano letivo de 2013/2014. O programa funciona entre 21 e 24 de julho e não possui custos associados à participação.

Ser Cientista conta ainda com o apoio do projeto “Escolher Ciência - da escola à universidade”, da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, e tem por objetivo proporcionar aos alunos do ensino secundário uma aproximação à realidade da investigação científica pela integração temporária nas rotinas de trabalho de diferentes áreas científicas.

Os interessados em conhecer por dentro o campus universitário e os seus laboratórios só têm de escolher as áreas científicas que mais lhes interessam e candidatar-se.

Para mais informações, consultar a página da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

O Pequeno Livro das Coisas vence Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2014


«O Pequeno Livro das Coisas, de João Pedro Mésseder (texto) e Rachel Caiano (ilustração), editado pela Caminho em 2012, venceu o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2014.» Ler no Diário Digital e no blogue O Jardim Assombrado.

«"O poeta oferece uma obra que desafia o jovem leitor/ouvinte para a contemplação do mundo e para a formulação de perguntas que fortalecem os elos entre crianças e adultos", justificou o júri: os investigadores Rui Veloso e Leonor Riscado e, a representar a Fundação Bissaya Barreto, Lúcia Santos.

João Pedro Mésseder é o pseudónimo literário do escritor e professor universitário José António Gomes, que disse ao PÚBLICO ter ficado particularmente satisfeito por o prémio ter sido atribuído a uma obra de poesia, "género minoritário no universo do livro infantil".» Ler no Público.

Fonte :http://blogtailors.com

ECOCIDADÃO - Concurso de webséries e webquests

ecocidadão

Com o objetivo de promover a mudança de comportamentos e a adoção de atitudes amigas do ambiente, a DECO Jovem lançou o Concurso Ecocidadão Webséries & Webquests, dirigido aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário/profissional. Trata-se de uma iniciativa da Comissão Europeia (CE), através do Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD), na qualidade de Organismo Intermediário da CE, concebido e implementado pela DECO - Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor. As inscrições para ambos os concursos decorrem até 9 de maio.

É lançado um desafio à comunidade educativa para que produza webséries e webquests sobre sustentabilidade e uso eficiente de recursos numa perspetiva europeia, que motivem os cidadãos a mudar os seus comportamentos e a adotar atitudes amigas do ambiente. Serão aceites a concurso webséries e webquests que abordem temas como a água, energia, mobilidade, resíduos, alimentação e compras.

As webséries são um conjunto de episódios de vídeo online. Os alunos, reunidos em equipas de 2 a 3 elementos e um professor, devem produzir webséries originais e criativas dentro dos seguintes géneros: Ação, Aventura, Comédia, Revista Portuguesa, Musical, Dança, Documentário, Drama, Espionagem, Fantasia, Ficção, Policial e Terror.

O prémio é uma viagem a Copenhaga, a cidade europeia vencedora do Prémio Capital Verde da Europa 2014.

Para mais informações, consultar o site www.ecocidadao.pt e o vídeo de promoção da iniciativa.

fonte : portal das escolas

Seminário "Movimento Contra o Discurso de Ódio - Jovens pelos Direitos Humanos Online"

Seminário contra ódio
No dia 24 de maio, a Direção-Geral da Educação promove um Seminário, dirigido a docentes de todos os níveis de educação e ensino, inserido na campanha "Movimento Contra o Discurso de Ódio - Jovens pelos Direitos Humanos Online", na qualidade de membro do Comité Nacional desta campanha A participação é gratuita, sujeita a inscrição prévia, a efetuar até ao dia 15 de maio.

A campanha é uma iniciativa do Conselho da Europa, que tem por principal objetivo o combate ao discurso de ódio e à discriminação na sua expressão online.

O evento, que conta com o apoio da Pro Dignitate - Fundação de Direitos Humanos, realiza-se na respetiva sede (Praça da Estrela, n.º 12 – 1.º), em Lisboa.

O Programa provisório já se encontra disponível, podendo ser consultado na página da Direção-Geral da Educação.

Fonte :Portal das escolas

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Dia da Liberdade: 25 de Abril



História do 25 de Abril de 1974

Os militares golpistas, auto denominados Movimento das Forças Armadas – MFA – são comandados, secretamente, a partir do Quartel da Pontinha, em Lisboa, por Otelo Saraiva de Carvalho, um dos principais impulsionadores da acção.
A par das movimentações em Lisboa no 25 de Abril de 1974, também no Porto os militares tomam posições. São ocupados o Quartel-General da Região Militar do Porto, o Aeroporto de Pedras Rubras e as instalações da RTP na cidade invicta.
Aos homens da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, comandados por Salgueiro Maia, coube o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço e dos ministérios ali instalados. A coluna de blindados vindos da cidade ribatejana chega a Lisboa ainda o dia não tinha despontado, ocupa posições frente ao Tejo e controla, sem problemas aquela importante zona da capital.
Mais tarde Salgueiro Maia desloca parte das suas tropas para o Quartel do Carmo onde está o chefe do governo, Marcelo Caetano, que acaba por se render no final do dia com apenas uma exigência: entregar as responsabilidades de governação ao General António Spínola, oficial que não pertencia ao MFA, para que “o poder não caía nas ruas”. O Presidente do Conselho, que anos antes tinha sucedido a Salazar no poder, é transportado para a Madeira e daí enviado para o exílio no Brasil.
Ao longo do dia 25 de Abril de 1974, os revoltosos foram tomando outros objectivos militares e civis e, pese embora tenham existido algumas situações tensas entre as forças fiéis ao regime e as tropas que desencadearam o golpe, a verdade é que não houve notícia de qualquer confronto armado nas ruas de Lisboa.
O único derramamento de sangue teve lugar à porta das instalações da PIDE (Polícia de Investigação e Defesa do Estado) onde um grupo de cidadãos se manifestava contra os abusos daquela organização e alguns dos agentes que se encontravam no interior abriram fogo, atingindo mortalmente 4 populares. Podemos concluir que o 25 de Abril de 1974 foi um golpe relativamente pacifico.
Por detrás dos acontecimentos do 25 de Abril de 1974 estão mais de 40 anos de um regime autoritário, que governava em ditadura e fazia uso de todos os meios ao seu alcance para reprimir as tentativas de transição para um estado de direito democrático.
A censura, a PIDE e a Legião e a Mocidade Portuguesas são alguns exemplos do que os cidadãos tinham de enfrentar no seu dia-a-dia. Por outro lado, a pobreza, a fome e a falta de oportunidades para um futuro melhor, frutos do isolamento a que o país estava votado há décadas, provocaram um fluxo de emigração que agravava, cada vez mais, as fracas condições da economia nacional.
Mas a gota de água que terá despoletado a acção revolucionária dos militares que, durante tantos anos tinham apoiado e ajudado a manter o regime, foi a guerra colonial em África. Com 3 frentes abertas em outros tantos países, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, os militares portugueses, passada mais de uma década, começavam a olhar para o conflito como uma causa perdida.
Internacionalmente o país era pressionado para acabar com a guerra e permitir a auto-determinação das populações das colónias. A falta de armas nas forças portuguesas era proporcional ao aumento de meios dos movimentos independentistas. Os soldados portugueses morriam às centenas a milhares de quilómetros de casa.
Todos estes factores contribuíram para um descontentamento crescente entre as forças armadas, sobretudo entre os oficiais de patentes inferiores, o que levou à organização e concretização de um golpe militar contra o regime do Estado Novo.
25 de Abril de 1974 ficará, para sempre, na história como o dia em que Portugal deu os seus primeiros passos em direcção à democracia. O 25 de Abril de 1974 ficou para sempre marcado na Histoŕia de Portugal.
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quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dia Internacional do livro


Imagem :Aqui


Comemora-se hoje o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor :  proclamado pela Conferência Geral da UNESCO, em 1995, com o objectivo de promover uma maior consciencialização sobre a importância dos livros na nossa sociedade.

25 de Abril de 1974 - 40 anos depois


Agenda Município de Loures - 40º aniversário do 25 de Abril de 1974.


quinta-feira, 3 de abril de 2014

Projeto Dream Teens

Dream Teens

Chegou o "Dream Teens", um novo projeto promovido pela equipa Aventura Social, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian (FCG) e a Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde (SPPS), dirigido a jovens entre os 11 e os 18 anos de idade. As inscrições decorrem até 7 de abril.

equipa Aventura Social é reconhecida em Portugal pelos projetos na área da promoção da saúde dos jovens.

Este projeto pretende privilegiar a responsabilidade social e visa a criação de uma rede nacional de cerca de 300 jovens (entre os 11 e os 18 anos) que serão consultores em matéria de saúde, procurando envolvê-los num processo de cidadania ativa.

Ambiciona ainda aproximar a investigação das necessidades nacionais dos jovens, tornar a sua vida mais visível e aumentar a força da sua "voz" e da sua participação social em matéria de saúde.

Para participar e para mais informações, basta ir à página dreamteens.aventurasocial.com.
 
fonte : portal das escolas

quinta-feira, 13 de março de 2014

VI BIENAL INTERNACIONAL DE ILUSTRAÇÃO PARA A INFÂNCIA – ILUSTRARTE


VI BIENAL INTERNACIONAL DE ILUSTRAÇÃO PARA A INFÂNCIA – ILUSTRARTE

Coletiva

16 janeiro a 13 abril 2014
Lisboa
Museu da Eletricidade
Entrada gratuita
O Museu da Eletricidade recebe, uma vez mais, a Ilustrarte, exposição da Bienal Internacional de Ilustração para a Infância, que mobiliza alguns dos mais consagrados ilustradores e novos criadores da literatura infantil ilustrada. Uma parceria entre a Fundação EDP e a Ver pra Ler. 
A esta VI edição concorreram quase 2000 ilustradores oriundos de 72 países, cujos trabalhos foram avaliados por um júri internacional. 
A ilustradora alemã Johanna Benz é a grande vencedora com um trabalho que conta a história do acordeonista Pacho Rada, célebre músico popular colombiano. Para o júri “são imagens de grande originalidade e força plástica, uma verdadeira festa de cor, editadas em livro pelo Instituto das Artes do Livro de Leipsig”.
As duas menções especiais foram para o ilustrador argentino Diego Bianki e para a ilustradora polaca Urszula Palusinka. O júri internacional, constituído por Chiara Carrer (ilustradora italiana), Caril Cneut (ilustrador belga), Valerio Vidali (ilustrador italiano e vencedor da Ilustrarte 12) e Ewa Stiasny (editora e designer polaca), salientou "a elevada qualidade dos trabalhos a concurso".
A lista dos ilustradores selecionados inclui também os portugueses Bernardo Carvalho, Teresa Lima, André da Loba, Marta Monteiro, João Vaz de Carvalho e Ana Ventura.
As imagens selecionadas formam um conjunto bastante eclético, marcado por uma grande diversidade de linguagens estéticas e técnicas.
Esta VI edição apresenta ainda uma retrospetiva da obra de Chiara Carrer com cerca de 100 imagens que traçam um percurso pelo universo de uma das mais importantes ilustradoras contemporâneas.
Inclui também uma mostra de livros e textos de José Jorge Letria, um dos mais influentes autores para a infância que celebrou recentemente 40 anos de carreira literária.

Prémio de Literatura Infantil

PRÉMIO DE LITERATURA INFANTIL

O Pingo Doce lança o Prémio de Literatura Infantil com o objetivo de incentivar a criatividade literária e artística, premiando obras originais, de autores sem livros publicados, que promovam o gosto pela leitura das crianças portuguesas.

Pretende-se estimular a emergência de novos talentos nas áreas da literatura infantil e da ilustração em Portugal. Assim, o Pingo Doce irá premiar e reunir, numa só obra, o melhor texto e a melhor ilustração, entre todos os trabalhos a concurso, nesta iniciativa de âmbito nacional.

Mostre o seu talento, participando e dando asas à imaginação!

Candidaturas:
22 fev. a 22 abr.
Neste período, decorre a fase de candidaturas ao prémio de texto. O vencedor de texto será anunciado até ao dia 1 jun. (Dia Mundial de Criança) e ganhará o prémio monetário de 25 000€.

2 jun. a 31 jul.
Após o anúncio do texto vencedor, os candidatos ao prémio de ilustração deverão solicitá-lo através do email: premioliteraturainfantil@pingodoce.pt, e candidatar-se enviando os seus trabalhos até 31 jul. O vencedor na categoria de ilustração será anunciado até ao dia 15 set. e ganhará o prémio monetário de 25 000€.

Consulte o regulamento: Site

Descubra os livros Pingo Doce, Clique Aqui.

Uma iniciativa Pingo Doce.      

terça-feira, 4 de março de 2014

7 erros do professor em sala de aula


7 erros do professor em sala de aula

Como evitar atividades sem foco ou morosas, que roubam um precioso tempo da aprendizagem



Ilustração: Orlandeli
1. Utilizar o tempo de aula para corrigir testes

O problema Deixar a turma sem fazer nada ao corrigir exames ou propor que os alunos confiram as avaliações.

A solução Neste caso, o antídoto é evitar a ação. Corrigir provas é tarefa do educador, para que ele possa aferir os pontos em que cada um precisa avançar. E o momento certo para isso é na componente individual.

Ilustração: Orlandeli
2. Exigir que todos falem na socialização
O problema Durante um debate, pedir que todos os estudantes se manifestem, gerando desinteresse e opiniões repetitivas.

A solução 
O ideal é fazer perguntas como "Alguém tem opinião diferente?" e "E você? Quer acrescentar algo?". Assim, as falas não coincidem e os alunos são incentivados a ouvir e a refletir.

Ilustração: Orlandeli
3. Não desafiar alunos adiantados

O problema Crianças que terminam suas tarefas ficam ociosas ao esperar que os demais acabem. Além de perder uma chance de aprender, atrapalham os colegas que ainda estão trabalhando.

A solução 
Ter uma segunda atividade relacionada ao tema da primeira para contemplar os mais rápidos.

Ilustração: Orlandeli
4. Colocar a turma para organizar a sala

O problema A arrumação de carteiras e mesas para trabalhos em grupo ,  atrasa mais  o  tempo da aula do que das atividades em si.

A solução 
Analisar se a mudança na disposição do mobiliário influi, de fato, na aprendizagem. Em caso positivo, é melhor fazer as arrumações previamente .

Ilustração: Orlandeli
5. Falar de atualidades e esquecer o currículo

O problema Abordar o assunto mais quente do momento por várias aulas, o que pode sacrificar o tempo dedicado ao conteúdo.

A solução 
Dosar o espaço das atualidades e contextualizar o tema. Em Geografia, por exemplo, pode-se falar de deslizamentos de terra relacionando-os aos tópicos de geologia.

Ilustração: Orlandeli
6. Realizar atividades manuais sem conteúdo
O problema Pedir que os alunos façam atividades como lembrancinhas para datas comemorativas sem nenhum objetivo pedagógico.

A solução 
Só propor atividades manuais ligadas a conteúdos curriculares - nas aulas de Artes, por exemplo, para estudar a colagem como um procedimento artístico.

Ilustração: Orlandeli
7. Propor pesquisas genéricas

O problema Pedir trabalhos individuais sobre um tema sem nenhum tipo de subdivisão. Como resultado, surgem produções iguais e, muitas vezes, superficiais.

A solução 
Dividir o tema em outros menores e com indicações claras do que pesquisar. Isso proporciona investigações mais profundas e dinamiza a socialização.

Resta lembrar que nem tudo o que foge ao planeamento é perda de tempo. Questionamentos, por exemplo, são indícios de interesse no assunto ou de que um ponto precisa ser esclarecido. "Para esse tipo de desvio de rota, vale, sim, abrir espaço. Afinal, são atividades reflexivas e que auxiliam na aprendizagem", afirma Cristiane Pelissari, formadora da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.
Ler mais AQUI

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Saber estudar!




É possível que algumas crianças tenham naturalmente uma maior facilidade em se organizar para estudar, sem uma intervenção directa dos pais. Contudo, para aquelas crianças que sentem dificuldade em fazê-lo, será importante orientá-las, indicando algumas directrizes simples com as quais deverão familiarizar-se cedo:

- Escolher um sítio com boa iluminação;
- Não estudar com a televisão ou computador ligado (prejudica a concentração);
- Dar uma primeira leitura sem tirar notas;
- Reler e sublinhar o mais importante;
- Tirar anotações na margem direita do texto, usando a margem esquerda para anotação de dúvidas e palavras-chave;
- No fim de cada parágrafo, fazer um resumo por palavras suas;
- Fazer um esquema do que se pretende interiorizar;
- Dizer em voz alta, sem olhar para o texto, aquilo que pretende saber (mais facilmente perceberá o que ainda é necessário rever e aprofundar);
- Não ter receio das dúvidas ou dos erros, sendo estes oportunidades para aprender a fazer melhor;
- Não deixar dúvidas por esclarecer;
- Fazer pausas quando surge o cansaço ou sentir dificuldade em concentrar-se.

Para além destes aspectos, será importante incentivar os seus filhos à leitura, assim como responsabilizá-los pelas suas actividades escolares.

Um caderno organizado e em dia, será importante como primeiro passo para uma boa gestão escolar do aluno, assim como o estar atento nas aulas. Há momentos e contextos mais indicados para brincar e as salas de aulas não serão seguramente um desses espaços. É pois, necessário levar a sério a escola, como um equivalente ao nosso trabalho, tendo também como função, ensinar o rigor e a seriedade. Se for possível aliar-se o prazer em aprender com metodologias menos enfadonhas, tanto melhor!

Os trabalhos de casa não deverão ser entendidos pelas crianças como castigos, mas como um prolongamento da escola no sentido de uma melhor aprendizagem, sendo necessário ser regular e contínuo no trabalho em casa, evitando estudar de véspera para um teste.

Para além de estudar, é importante treinar, tanto a nível do português como da matemática, sendo a primeira disciplina igualmente rigorosa e importante como a segunda. Já a matemática, exige uma dedicação constante pois as matérias estão relacionadas entre si e a compreensão de alguns conteúdos dependem de outros que terão sido supostamente apreendidos anteriormente: Não adianta memorizar, importa compreender e exercitar bastante.

Esteja disponível para esclarecer ou apoiar o seu filho quando este solicitar a sua ajuda mas deixe-o estudar sozinho, só assim terá oportunidade de perceber onde tem dúvidas e para isso existirá sempre o professor. Há que incutir a responsabilidade e incentivar a autonomia no seu filho, não o queira poupar ou fazer as coisas por ele, ele terá que fazer por si próprio e quanto mais cedo melhor para o seu próprio bem.
Fonte: 
Helena Coelho (Psicóloga Clínica)
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Aprender a estudar - poema de Ary dos Santos



Aprender a estudar


Estudar é muito importante, mas pode-se estudar de várias maneiras...
Muitas vezes estudar não é só aprender o que vem nos livros.

Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas.
É também aprender a ser livres, sem ideias tolas.
Ler um livro é muito importante, às vezes, urgente.
Mas os livros não são o bastante para a gente ser gente.
É preciso aprender a escrever, mas também a viver, mas também a sonhar.
É preciso aprender a crescer, aprender a estudar.

Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros, a ajudar os outros, a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Não merecer um castigo é estudar.
Estar contente consigo é estudar.
Aprender a terra, aprender o trigo e ter um amigo também é estudar.

Estudar também é repartir, também é saber dar o que a gente souber dividir para multiplicar.
Estudar é escrever um ditado sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar, pois, na escola da vida, primeiro está saber estudar.

Contar todas as papoilas de um trigal é a mais linda conta que se pode fazer.
Dizer apenas música, quando se ouve um pássaro, pode ser a mais bela redacção do mundo...

Estudar é muito
mas pensar é tudo!

José Carlos Ary dos Santos

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores




A 22.ª edição do Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores, da Fundação da Juventude, já está em curso. Os objetivos mantêm-se inalteráveis nesta iniciativa que coloca a comunidade escolar a puxar pela cabeça. Promover os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores e estimular o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Investigação e Inovação são missões intocáveis há 22 anos. As candidaturas estão abertas até 24 de abril. Quem participa jamais esquece esta experiência. 
As candidaturas podem ser apresentadas por alunos do ensino básico, do ensino secundário, ou que frequentem o primeiro ano do ensino superior - desde que tenham um trabalho científico inovador concluído antes da entrada na universidade -, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos. 

Os prémios da Ciência Viva contabilizam 5500 euros. Há ainda prémios especiais “Energia” e “Engenharias” de 1000 euros cada, a atribuir pela ADENE – Agência para a Energia e pela Lipor, respetivamente. A Porto Editora tem também um prémio especial, ou seja, um vale de 500 euros a descontar em edições e publicações, exceto manuais escolares. O primeiro lugar vale ainda telemóveis MEO e os restantes premiados ganham dicionários da Porto Editora. 

O concurso habituado a não desperdiçar boas ideias científicas conta com parcerias de peso. O Museu da Eletricidade, a Fundação EDP, a Direção-Geral da Educação do MEC, a Ciência Viva, a Porto Editora, o IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, a Fundação Luso-Americana de Desenvolvimento, a AstraZeneca, a Lipor, a ADENE – Agência para a Energia, o MEO, a Intel, o Sapo, o Forum Estudante, as Pousadas da Juventude e o Cartão Jovem, são as instituições envolvidas neste concurso de projetos inovadores. 

Informações: 
www.fjuventude.pt
Fonte : http://www.educare.pt/ ( adaptado )

riocEAnos - Dos Rios aos Oceanos: percursos entre muitas histórias


Dos Rios aos Oceanos
"riocEAnos - Dos Rios aos Oceanos: percursos entre muitas histórias" é o projeto pedagógico, de âmbito nacional, concebido e desenvolvido pela ASPEA - Associação Portuguesa de Educação Ambiental. Trata-se de uma Iniciativa da Comissão Europeia, promovida pelo Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD), na qualidade de Organismo Intermediário responsável pela execução do Plano de Comunicação para informação sobre a União Europeia em Portugal. Encontram-se abertas as inscrições das escolas para as diferentes atividades propostas.

A ASPEA pretende, sobretudo, reforçar a consciência da comunidade educativa, bem como da população em geral, para a importância de uma cidadania mais ativa e responsável relativamente às questões socioambientais, à sustentabilidade e ao uso eficiente dos recursos, através da promoção de atividades educativas que incluam componentes culturais e artísticas, no âmbito das temáticas apresentadas.

As iniciativas previstas contribuirão para a partilha e visibilidade das atividades educativas que contemplem conteúdos relacionados com a água, os rios, os mares e os oceanos, enquadradas nas diretivas e políticas no âmbito da temática “União Europeia: sustentabilidade e uso eficiente de recursos”.

As alterações climáticas e a sustentabilidade energética; a biodiversidade e o equilíbrio ecológico dos meios aquáticos; os impactes da poluição dos rios, mares e oceanos; a redução, reutilização e reciclagem dos resíduos; as manifestações culturais e artísticas; o património cultural e ambiental… são alguns dos temas a abordar nas diferentes ações programadas.

Entre as iniciativas destacam-se: Primeira conferência nacional infanto-juvenil pelo ambiente (alunos da Educação Pré-Escolar e do Ensino Básico); Palestras e oficinas sobre água, rios, mares e oceanos (alunos e comunidade educativa; Atividades culturais e manifestações artísticas “riocEAnos em festa” (comunidade em geral); Formação de professores (educadores e professores que se inscrevam no projeto).

Estão também previstos três concursos que têm como objetivos: despertar o interesse das crianças e dos jovens para os temas ambientais e o uso eficiente dos recursos; lançar alertas e contribuir com propostas para a mitigação ou resolução dos problemas identificados; alertar para a importância de preservar a biodiversidade, culturas e tradições:

- Prémio Nacional de Curtas-Metragens Ambientais - dirigido aos alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e dos Ensinos Secundário e Profissional;
- 1.ª Mostra Infantil de Humor Gráfico sobre Educação Ambiental - dirigido a crianças da Educação Pré-Escolar e do Ensino Básico;
- Concurso de Fotografia de Natureza - dirigido ao público em geral, porque o papel da Educação Ambiental é transversal a toda a sociedade.

Para conhecer mais acerca deste projeto e acompanhar toda a atividade, consultar http://dosriosaosoceanos.altervista.org/ ou https://www.facebook.com/aspea.org.



Para mais informações, aceder ainda à página da ASPEA - Associação Portuguesa de Educação Ambiental.
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Educação Financeira


Um site interessante sobre educação financeira, clique AQUI

Operação "7 dias com os Media 2014" promove literacia mediática a nível nacional


7 Dias com os Media
Numa iniciativa do Grupo Informal de Literacia para os Media, no qual o Ministério da Educação e Ciência está representado através da Direção-Geral da Educação (DGE), decorrerá, entre os dias 3 e 9 de maio de 2014, a segunda edição da Semana "7 dias com os Media".

O desafio que se coloca aos diversos intervenientes da sociedade, como bibliotecas, meios de comunicação social, escolas dos Ensinos Básico e Secundário, faculdades, grupos de alunos, centros de investigação e formação, blogues, redes sociais, associações várias, universidades de seniores, movimentos, igrejas, autarquias, entre outros, é o de envolver cada vez mais a sociedade na discussão e no entendimento do papel dos Media na vida atual.

Cada entidade que pretenda associar-se deve registar a sua iniciativa na plataforma disponível emhttp://www.literaciamediatica.pt/7diascomosmedia.

As iniciativas promovidas pela DGE neste âmbito, em curso ou a lançar, serão atempadamente anunciadas na páginaEducação para os Media e através das Redes Sociais, em https://www.facebook.com/literaciamediacidadaniaescolas.

Para mais informações, aceder à página da Direção-Geral da Educação.
 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os melhores métodos de estudo



 

Os melhores métodos de estudo

Entre os métodos de estudo seleccionados por Gaça Seco, psicóloga e professora na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, do Instituto Politécnico de Leiria, seleccionámos apenas o que cada um apresenta de diferente. Mas estamos em condições de lhe garantir que estes oito estudantes têm dois pontos em comum: não faltam às aulas e sobra-lhes tempo para se dedicarem ao que mais gostam de fazer fora da escola.

Luís Filipe Silva tem dois horários: o da escola e o do estudo em casa, que contempla mais duas horas dedicado aos livros e apontamentos. Em tempo de aulas, revê e faz diariamente os exercícios que deu nas aulas, e em altura de exame, esforça-se por entender as matérias, para que não lhe surjam dúvidas no momento crucial.

No 2.º ano de Gestão, em horário pós-laboral, Marcelo Bezerra ainda não sabe o que é um exame, pois até agora tem feito as cadeiras todas em avaliação contínua, "com boas avaliações finais", graças às suas cinco regras de ouro: assiduidade com qualidade, sentar-se nos lugares da frente para estar concentrado, fazer bons apontamentos, estudar todos os dias em casa e evitar estudar na véspera dos testes. "Preciso de fazer um 'reset' no meu cérebro, para que toda a informação estudada antes, esteja devidamente organizada na minha mente", diz.

Rita Gonçalves não acredita em 'fórmulas infalíveis',mas acredita que o seu sucesso assenta em três pilares. Assistir às aulas, principalmente às teóricas, para conhecer os pontos principais de cada matéria e memorizar logo grande parte do que vai sair no exame. Tentar descobrir algo interessante no meio de uma matéria aborrecida que lhe permita tornar o estudo mais agradável. Finalmente, melhorar a concentração com uma alimentação que inclui muitos vegetais, frutas e peixe e um chá com mel, ao deitar, que "funciona como calmante a afasta o stresse".

Assistir às aulas com atenção e tirar todas as dúvidas, significa para Tânia Freitas que "metade" do trabalho de estudo está realizado: "Não iremos perder tanto tempo em casa, a tentar perceber o que não 'quisemos'ouvir na aula". Quanto ao estudo propriamente dito, dedica-se a resolver exercícios - "só percebemos que não conseguimos responder a certas questões, quando nos confrontamos com o problema" - e a dizer a matéria estudada em voz alta. "Desde o início da minha vida escolar que o faço, quer esteja sozinha ou a falar para os meus pais, e tenho de lhes agradecer pela paciência de me ouvirem", reconhece.

Telmo Rodrigues aposta em fazer bons apontamentos nas aulas e, todos os dias quando chega a casa, organiza-os e completa-os com mais informação que pesquisa nas várias fontes à disposição. Garante que os 45 minutos que gasta nesta tarefa dão fruto quando chegam os exames. Nessa altura, já ouviu e reviu a matéria, por isso basta-lhe dividi-la em quatro blocos e começar a estudá-los cinco dias antes do exame. Na véspera, revê a matéria toda e está pronto para a prova final.

O estudo de Isabel Moio também começa na sala de aula. É aí que faz anotações na margem de textos analisados, sinais de perigo desenhados ao mínimo indício de "isto é importante!", registo de títulos e tópicos significativos de apresentações em PowerPoint, identificação de mais referências bibliográficas aconselhadas, e resumo das principais conclusões de trabalhos práticos (individuais ou de grupo) apresentados. Isabel sabe que muitas vezes as respostas para as perguntas dos exames estão na sala de aula. Em casa, passa à missão seguinte, que é esquematizar a matéria em 'mapas concetuais', o que a ajuda a interligar conceitos, fazendo com que na véspera do exame, consiga rever 'tudo' em 'quase nada', porque 30 páginas se podem resumir a uma, de leitura fácil e rápida, mas elaborada e completa.

Cátia Silva tem uma máxima: "Se queres aprender, ensina". Isso leva-a a colocar perguntas a si própria (pensando nas mais prováveis de sair em teste) para ter a certeza que sabe a resposta. Além disto, gosta de fazer testes e exames dos anos anteriores para perceber qual a estrutura e perguntas mais comuns.

O primeiro princípio de Marta Oliveira é fazer um horário de estudo, em que inclui as aulas, os testes e as datas de entrega de trabalhos, as actividades extracurriculares e as alturas em que vai ser impossível estudar (viagens, concertos, etc.). O segundo é concentrar-se completamente no estudo quando se senta na sua secretária arrumada e com muita luz. Deixa o telemóvel longe, e se precisa de consultar uma matéria no computador não se liga às redes sociais, nem abre sites que a possam distrair.


Fonte : Sapo-Expresso
Imagem : Aqui

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

ticEDUCA Júnior 2014


ticEDUCA Júnior 2014



Realiza-se no dia 5 de maio, no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (IEUL), o III Encontro Nacional TIC e Educação para Alunos do Ensino Básico e Secundário - ticEDUCA Júnior 2014. Subordinado ao tema "Aprender para Inovar, Inovar para aprender", o evento resulta de uma iniciativa do IEUL, através do Centro de Competência em Tecnologias e Inovação, em articulação com a Direção-Geral da Educação (DGE) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). As inscrições decorrem até 28 de fevereiro.

Este encontro pretende divulgar projetos inovadores que promovam a utilização educativa das tecnologias, através da integração de atividades práticas com TIC nos processos de ensino e aprendizagem, transversalmente ao currículo.

Pensado para os alunos e os docentes, desde a Educação Pré-Escolar ao Ensino Secundário, que de várias formas têm desenvolvido práticas inovadoras nas escolas, procura-se que, através da sua voz, o encontro seja um espaço de reflexão e partilha de experiências.

As bibliotecas escolares são um espaço privilegiado das escolas onde a realização de atividades promotoras da utilização educativa das TIC tem lugar, constituindo uma estrutura essencial para o desenvolvimento da aprendizagem e das literacias digitais. Os professores bibliotecários e os seus parceiros são o motor deste trabalho, sendo de toda a relevância que o deem a conhecer, pelo que a Rede de Bibliotecas Escolares incentiva os professores bibliotecários, e os docentes em geral, a participarem, com os seus alunos, neste evento.

Para mais informações, consultar a página da Rede de Bibliotecas Escolares.