terça-feira, 4 de março de 2014

7 erros do professor em sala de aula


7 erros do professor em sala de aula

Como evitar atividades sem foco ou morosas, que roubam um precioso tempo da aprendizagem



Ilustração: Orlandeli
1. Utilizar o tempo de aula para corrigir testes

O problema Deixar a turma sem fazer nada ao corrigir exames ou propor que os alunos confiram as avaliações.

A solução Neste caso, o antídoto é evitar a ação. Corrigir provas é tarefa do educador, para que ele possa aferir os pontos em que cada um precisa avançar. E o momento certo para isso é na componente individual.

Ilustração: Orlandeli
2. Exigir que todos falem na socialização
O problema Durante um debate, pedir que todos os estudantes se manifestem, gerando desinteresse e opiniões repetitivas.

A solução 
O ideal é fazer perguntas como "Alguém tem opinião diferente?" e "E você? Quer acrescentar algo?". Assim, as falas não coincidem e os alunos são incentivados a ouvir e a refletir.

Ilustração: Orlandeli
3. Não desafiar alunos adiantados

O problema Crianças que terminam suas tarefas ficam ociosas ao esperar que os demais acabem. Além de perder uma chance de aprender, atrapalham os colegas que ainda estão trabalhando.

A solução 
Ter uma segunda atividade relacionada ao tema da primeira para contemplar os mais rápidos.

Ilustração: Orlandeli
4. Colocar a turma para organizar a sala

O problema A arrumação de carteiras e mesas para trabalhos em grupo ,  atrasa mais  o  tempo da aula do que das atividades em si.

A solução 
Analisar se a mudança na disposição do mobiliário influi, de fato, na aprendizagem. Em caso positivo, é melhor fazer as arrumações previamente .

Ilustração: Orlandeli
5. Falar de atualidades e esquecer o currículo

O problema Abordar o assunto mais quente do momento por várias aulas, o que pode sacrificar o tempo dedicado ao conteúdo.

A solução 
Dosar o espaço das atualidades e contextualizar o tema. Em Geografia, por exemplo, pode-se falar de deslizamentos de terra relacionando-os aos tópicos de geologia.

Ilustração: Orlandeli
6. Realizar atividades manuais sem conteúdo
O problema Pedir que os alunos façam atividades como lembrancinhas para datas comemorativas sem nenhum objetivo pedagógico.

A solução 
Só propor atividades manuais ligadas a conteúdos curriculares - nas aulas de Artes, por exemplo, para estudar a colagem como um procedimento artístico.

Ilustração: Orlandeli
7. Propor pesquisas genéricas

O problema Pedir trabalhos individuais sobre um tema sem nenhum tipo de subdivisão. Como resultado, surgem produções iguais e, muitas vezes, superficiais.

A solução 
Dividir o tema em outros menores e com indicações claras do que pesquisar. Isso proporciona investigações mais profundas e dinamiza a socialização.

Resta lembrar que nem tudo o que foge ao planeamento é perda de tempo. Questionamentos, por exemplo, são indícios de interesse no assunto ou de que um ponto precisa ser esclarecido. "Para esse tipo de desvio de rota, vale, sim, abrir espaço. Afinal, são atividades reflexivas e que auxiliam na aprendizagem", afirma Cristiane Pelissari, formadora da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Saber estudar!




É possível que algumas crianças tenham naturalmente uma maior facilidade em se organizar para estudar, sem uma intervenção directa dos pais. Contudo, para aquelas crianças que sentem dificuldade em fazê-lo, será importante orientá-las, indicando algumas directrizes simples com as quais deverão familiarizar-se cedo:

- Escolher um sítio com boa iluminação;
- Não estudar com a televisão ou computador ligado (prejudica a concentração);
- Dar uma primeira leitura sem tirar notas;
- Reler e sublinhar o mais importante;
- Tirar anotações na margem direita do texto, usando a margem esquerda para anotação de dúvidas e palavras-chave;
- No fim de cada parágrafo, fazer um resumo por palavras suas;
- Fazer um esquema do que se pretende interiorizar;
- Dizer em voz alta, sem olhar para o texto, aquilo que pretende saber (mais facilmente perceberá o que ainda é necessário rever e aprofundar);
- Não ter receio das dúvidas ou dos erros, sendo estes oportunidades para aprender a fazer melhor;
- Não deixar dúvidas por esclarecer;
- Fazer pausas quando surge o cansaço ou sentir dificuldade em concentrar-se.

Para além destes aspectos, será importante incentivar os seus filhos à leitura, assim como responsabilizá-los pelas suas actividades escolares.

Um caderno organizado e em dia, será importante como primeiro passo para uma boa gestão escolar do aluno, assim como o estar atento nas aulas. Há momentos e contextos mais indicados para brincar e as salas de aulas não serão seguramente um desses espaços. É pois, necessário levar a sério a escola, como um equivalente ao nosso trabalho, tendo também como função, ensinar o rigor e a seriedade. Se for possível aliar-se o prazer em aprender com metodologias menos enfadonhas, tanto melhor!

Os trabalhos de casa não deverão ser entendidos pelas crianças como castigos, mas como um prolongamento da escola no sentido de uma melhor aprendizagem, sendo necessário ser regular e contínuo no trabalho em casa, evitando estudar de véspera para um teste.

Para além de estudar, é importante treinar, tanto a nível do português como da matemática, sendo a primeira disciplina igualmente rigorosa e importante como a segunda. Já a matemática, exige uma dedicação constante pois as matérias estão relacionadas entre si e a compreensão de alguns conteúdos dependem de outros que terão sido supostamente apreendidos anteriormente: Não adianta memorizar, importa compreender e exercitar bastante.

Esteja disponível para esclarecer ou apoiar o seu filho quando este solicitar a sua ajuda mas deixe-o estudar sozinho, só assim terá oportunidade de perceber onde tem dúvidas e para isso existirá sempre o professor. Há que incutir a responsabilidade e incentivar a autonomia no seu filho, não o queira poupar ou fazer as coisas por ele, ele terá que fazer por si próprio e quanto mais cedo melhor para o seu próprio bem.
Fonte: 
Helena Coelho (Psicóloga Clínica)
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Aprender a estudar - poema de Ary dos Santos



Aprender a estudar


Estudar é muito importante, mas pode-se estudar de várias maneiras...
Muitas vezes estudar não é só aprender o que vem nos livros.

Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas.
É também aprender a ser livres, sem ideias tolas.
Ler um livro é muito importante, às vezes, urgente.
Mas os livros não são o bastante para a gente ser gente.
É preciso aprender a escrever, mas também a viver, mas também a sonhar.
É preciso aprender a crescer, aprender a estudar.

Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros, a ajudar os outros, a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Não merecer um castigo é estudar.
Estar contente consigo é estudar.
Aprender a terra, aprender o trigo e ter um amigo também é estudar.

Estudar também é repartir, também é saber dar o que a gente souber dividir para multiplicar.
Estudar é escrever um ditado sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar, pois, na escola da vida, primeiro está saber estudar.

Contar todas as papoilas de um trigal é a mais linda conta que se pode fazer.
Dizer apenas música, quando se ouve um pássaro, pode ser a mais bela redacção do mundo...

Estudar é muito
mas pensar é tudo!

José Carlos Ary dos Santos

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores




A 22.ª edição do Concurso para Jovens Cientistas e Investigadores, da Fundação da Juventude, já está em curso. Os objetivos mantêm-se inalteráveis nesta iniciativa que coloca a comunidade escolar a puxar pela cabeça. Promover os ideais da cooperação e do intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores e estimular o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Investigação e Inovação são missões intocáveis há 22 anos. As candidaturas estão abertas até 24 de abril. Quem participa jamais esquece esta experiência. 
As candidaturas podem ser apresentadas por alunos do ensino básico, do ensino secundário, ou que frequentem o primeiro ano do ensino superior - desde que tenham um trabalho científico inovador concluído antes da entrada na universidade -, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos. 

Os prémios da Ciência Viva contabilizam 5500 euros. Há ainda prémios especiais “Energia” e “Engenharias” de 1000 euros cada, a atribuir pela ADENE – Agência para a Energia e pela Lipor, respetivamente. A Porto Editora tem também um prémio especial, ou seja, um vale de 500 euros a descontar em edições e publicações, exceto manuais escolares. O primeiro lugar vale ainda telemóveis MEO e os restantes premiados ganham dicionários da Porto Editora. 

O concurso habituado a não desperdiçar boas ideias científicas conta com parcerias de peso. O Museu da Eletricidade, a Fundação EDP, a Direção-Geral da Educação do MEC, a Ciência Viva, a Porto Editora, o IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, a Fundação Luso-Americana de Desenvolvimento, a AstraZeneca, a Lipor, a ADENE – Agência para a Energia, o MEO, a Intel, o Sapo, o Forum Estudante, as Pousadas da Juventude e o Cartão Jovem, são as instituições envolvidas neste concurso de projetos inovadores. 

Informações: 
www.fjuventude.pt
Fonte : http://www.educare.pt/ ( adaptado )

riocEAnos - Dos Rios aos Oceanos: percursos entre muitas histórias


Dos Rios aos Oceanos
"riocEAnos - Dos Rios aos Oceanos: percursos entre muitas histórias" é o projeto pedagógico, de âmbito nacional, concebido e desenvolvido pela ASPEA - Associação Portuguesa de Educação Ambiental. Trata-se de uma Iniciativa da Comissão Europeia, promovida pelo Centro de Informação Europeia Jacques Delors (CIEJD), na qualidade de Organismo Intermediário responsável pela execução do Plano de Comunicação para informação sobre a União Europeia em Portugal. Encontram-se abertas as inscrições das escolas para as diferentes atividades propostas.

A ASPEA pretende, sobretudo, reforçar a consciência da comunidade educativa, bem como da população em geral, para a importância de uma cidadania mais ativa e responsável relativamente às questões socioambientais, à sustentabilidade e ao uso eficiente dos recursos, através da promoção de atividades educativas que incluam componentes culturais e artísticas, no âmbito das temáticas apresentadas.

As iniciativas previstas contribuirão para a partilha e visibilidade das atividades educativas que contemplem conteúdos relacionados com a água, os rios, os mares e os oceanos, enquadradas nas diretivas e políticas no âmbito da temática “União Europeia: sustentabilidade e uso eficiente de recursos”.

As alterações climáticas e a sustentabilidade energética; a biodiversidade e o equilíbrio ecológico dos meios aquáticos; os impactes da poluição dos rios, mares e oceanos; a redução, reutilização e reciclagem dos resíduos; as manifestações culturais e artísticas; o património cultural e ambiental… são alguns dos temas a abordar nas diferentes ações programadas.

Entre as iniciativas destacam-se: Primeira conferência nacional infanto-juvenil pelo ambiente (alunos da Educação Pré-Escolar e do Ensino Básico); Palestras e oficinas sobre água, rios, mares e oceanos (alunos e comunidade educativa; Atividades culturais e manifestações artísticas “riocEAnos em festa” (comunidade em geral); Formação de professores (educadores e professores que se inscrevam no projeto).

Estão também previstos três concursos que têm como objetivos: despertar o interesse das crianças e dos jovens para os temas ambientais e o uso eficiente dos recursos; lançar alertas e contribuir com propostas para a mitigação ou resolução dos problemas identificados; alertar para a importância de preservar a biodiversidade, culturas e tradições:

- Prémio Nacional de Curtas-Metragens Ambientais - dirigido aos alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico e dos Ensinos Secundário e Profissional;
- 1.ª Mostra Infantil de Humor Gráfico sobre Educação Ambiental - dirigido a crianças da Educação Pré-Escolar e do Ensino Básico;
- Concurso de Fotografia de Natureza - dirigido ao público em geral, porque o papel da Educação Ambiental é transversal a toda a sociedade.

Para conhecer mais acerca deste projeto e acompanhar toda a atividade, consultar http://dosriosaosoceanos.altervista.org/ ou https://www.facebook.com/aspea.org.



Para mais informações, aceder ainda à página da ASPEA - Associação Portuguesa de Educação Ambiental.
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Educação Financeira


Um site interessante sobre educação financeira, clique AQUI

Operação "7 dias com os Media 2014" promove literacia mediática a nível nacional


7 Dias com os Media
Numa iniciativa do Grupo Informal de Literacia para os Media, no qual o Ministério da Educação e Ciência está representado através da Direção-Geral da Educação (DGE), decorrerá, entre os dias 3 e 9 de maio de 2014, a segunda edição da Semana "7 dias com os Media".

O desafio que se coloca aos diversos intervenientes da sociedade, como bibliotecas, meios de comunicação social, escolas dos Ensinos Básico e Secundário, faculdades, grupos de alunos, centros de investigação e formação, blogues, redes sociais, associações várias, universidades de seniores, movimentos, igrejas, autarquias, entre outros, é o de envolver cada vez mais a sociedade na discussão e no entendimento do papel dos Media na vida atual.

Cada entidade que pretenda associar-se deve registar a sua iniciativa na plataforma disponível emhttp://www.literaciamediatica.pt/7diascomosmedia.

As iniciativas promovidas pela DGE neste âmbito, em curso ou a lançar, serão atempadamente anunciadas na páginaEducação para os Media e através das Redes Sociais, em https://www.facebook.com/literaciamediacidadaniaescolas.

Para mais informações, aceder à página da Direção-Geral da Educação.
 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Os melhores métodos de estudo



 

Os melhores métodos de estudo

Entre os métodos de estudo seleccionados por Gaça Seco, psicóloga e professora na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, do Instituto Politécnico de Leiria, seleccionámos apenas o que cada um apresenta de diferente. Mas estamos em condições de lhe garantir que estes oito estudantes têm dois pontos em comum: não faltam às aulas e sobra-lhes tempo para se dedicarem ao que mais gostam de fazer fora da escola.

Luís Filipe Silva tem dois horários: o da escola e o do estudo em casa, que contempla mais duas horas dedicado aos livros e apontamentos. Em tempo de aulas, revê e faz diariamente os exercícios que deu nas aulas, e em altura de exame, esforça-se por entender as matérias, para que não lhe surjam dúvidas no momento crucial.

No 2.º ano de Gestão, em horário pós-laboral, Marcelo Bezerra ainda não sabe o que é um exame, pois até agora tem feito as cadeiras todas em avaliação contínua, "com boas avaliações finais", graças às suas cinco regras de ouro: assiduidade com qualidade, sentar-se nos lugares da frente para estar concentrado, fazer bons apontamentos, estudar todos os dias em casa e evitar estudar na véspera dos testes. "Preciso de fazer um 'reset' no meu cérebro, para que toda a informação estudada antes, esteja devidamente organizada na minha mente", diz.

Rita Gonçalves não acredita em 'fórmulas infalíveis',mas acredita que o seu sucesso assenta em três pilares. Assistir às aulas, principalmente às teóricas, para conhecer os pontos principais de cada matéria e memorizar logo grande parte do que vai sair no exame. Tentar descobrir algo interessante no meio de uma matéria aborrecida que lhe permita tornar o estudo mais agradável. Finalmente, melhorar a concentração com uma alimentação que inclui muitos vegetais, frutas e peixe e um chá com mel, ao deitar, que "funciona como calmante a afasta o stresse".

Assistir às aulas com atenção e tirar todas as dúvidas, significa para Tânia Freitas que "metade" do trabalho de estudo está realizado: "Não iremos perder tanto tempo em casa, a tentar perceber o que não 'quisemos'ouvir na aula". Quanto ao estudo propriamente dito, dedica-se a resolver exercícios - "só percebemos que não conseguimos responder a certas questões, quando nos confrontamos com o problema" - e a dizer a matéria estudada em voz alta. "Desde o início da minha vida escolar que o faço, quer esteja sozinha ou a falar para os meus pais, e tenho de lhes agradecer pela paciência de me ouvirem", reconhece.

Telmo Rodrigues aposta em fazer bons apontamentos nas aulas e, todos os dias quando chega a casa, organiza-os e completa-os com mais informação que pesquisa nas várias fontes à disposição. Garante que os 45 minutos que gasta nesta tarefa dão fruto quando chegam os exames. Nessa altura, já ouviu e reviu a matéria, por isso basta-lhe dividi-la em quatro blocos e começar a estudá-los cinco dias antes do exame. Na véspera, revê a matéria toda e está pronto para a prova final.

O estudo de Isabel Moio também começa na sala de aula. É aí que faz anotações na margem de textos analisados, sinais de perigo desenhados ao mínimo indício de "isto é importante!", registo de títulos e tópicos significativos de apresentações em PowerPoint, identificação de mais referências bibliográficas aconselhadas, e resumo das principais conclusões de trabalhos práticos (individuais ou de grupo) apresentados. Isabel sabe que muitas vezes as respostas para as perguntas dos exames estão na sala de aula. Em casa, passa à missão seguinte, que é esquematizar a matéria em 'mapas concetuais', o que a ajuda a interligar conceitos, fazendo com que na véspera do exame, consiga rever 'tudo' em 'quase nada', porque 30 páginas se podem resumir a uma, de leitura fácil e rápida, mas elaborada e completa.

Cátia Silva tem uma máxima: "Se queres aprender, ensina". Isso leva-a a colocar perguntas a si própria (pensando nas mais prováveis de sair em teste) para ter a certeza que sabe a resposta. Além disto, gosta de fazer testes e exames dos anos anteriores para perceber qual a estrutura e perguntas mais comuns.

O primeiro princípio de Marta Oliveira é fazer um horário de estudo, em que inclui as aulas, os testes e as datas de entrega de trabalhos, as actividades extracurriculares e as alturas em que vai ser impossível estudar (viagens, concertos, etc.). O segundo é concentrar-se completamente no estudo quando se senta na sua secretária arrumada e com muita luz. Deixa o telemóvel longe, e se precisa de consultar uma matéria no computador não se liga às redes sociais, nem abre sites que a possam distrair.


Fonte : Sapo-Expresso
Imagem : Aqui

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

ticEDUCA Júnior 2014


ticEDUCA Júnior 2014



Realiza-se no dia 5 de maio, no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa (IEUL), o III Encontro Nacional TIC e Educação para Alunos do Ensino Básico e Secundário - ticEDUCA Júnior 2014. Subordinado ao tema "Aprender para Inovar, Inovar para aprender", o evento resulta de uma iniciativa do IEUL, através do Centro de Competência em Tecnologias e Inovação, em articulação com a Direção-Geral da Educação (DGE) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). As inscrições decorrem até 28 de fevereiro.

Este encontro pretende divulgar projetos inovadores que promovam a utilização educativa das tecnologias, através da integração de atividades práticas com TIC nos processos de ensino e aprendizagem, transversalmente ao currículo.

Pensado para os alunos e os docentes, desde a Educação Pré-Escolar ao Ensino Secundário, que de várias formas têm desenvolvido práticas inovadoras nas escolas, procura-se que, através da sua voz, o encontro seja um espaço de reflexão e partilha de experiências.

As bibliotecas escolares são um espaço privilegiado das escolas onde a realização de atividades promotoras da utilização educativa das TIC tem lugar, constituindo uma estrutura essencial para o desenvolvimento da aprendizagem e das literacias digitais. Os professores bibliotecários e os seus parceiros são o motor deste trabalho, sendo de toda a relevância que o deem a conhecer, pelo que a Rede de Bibliotecas Escolares incentiva os professores bibliotecários, e os docentes em geral, a participarem, com os seus alunos, neste evento.

Para mais informações, consultar a página da Rede de Bibliotecas Escolares.


Plano de Formação da Rede de Bibliotecas Escolares


Formação RBE
O Plano de Formação da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) para o ano letivo em curso disponibiliza um novo conjunto de ações acreditadas, na área das bibliotecas escolares, dirigidas a professores bibliotecários e assistentes operacionais.

Estas ações de formação contínua, para professores bibliotecários e assistentes operacionais são acreditadas pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua e pela Direção-Geral da Administração Escolar (antiga DGRHE) e poderão ser realizadas pela RBE ou pelos Centros de Formação de Associação de Escolas (CFAE).



Para acesso ao programa de formação e mais informações, consultar a página eletrónica da Rede de Bibliotecas Escolares.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Novidades - Livro " A Rapariga que roubava livros "

A Rapariga que Roubava Livros



Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.

Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito ativa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adoção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.

Críticas de imprensa
"Zusak não só cria uma história original e enfeitiçante, como escreve com poesia… Uma narrativa extraordinária."
School Library Journal

"Uma narrativa absorvente e marcante."
Washington Post

"Uma história poderosa."
Booklist

"Brilhante… É um daqueles livros que podem mudar a nossa vida…"
New York Times

"Perturbador e poético ao mesmo tempo…Parece bem colocado para se tornar um clássico."
USA Today

"Elegante, filosófico e comovente… Belo e importante."
Kirkus Reviews

"Um feito… um livro que é um desafio…"
Publisher’s Weekly

"Inquietante, desafiante, triunfante e trágico… Um livro de grande fôlego, escrito de forma soberba… É impossível parar de o ler."
Guardian

"Um livro extraordinário, marcante, de grande beleza."
Sunday Telegraph

"Aos trinta anos, Zusak escreveu um dos livros australianos mais invulgares e cativantes de sempre."
The Age (Austrália)

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Concurso Inês de Castro - até 21 de março


Concurso I de Castro
Decorre até 21 de março de 2014 o prazo de inscrição na 6.ª edição do Concurso Inês de Castro, uma iniciativa conjunta do Plano Nacional de Leitura e da Fundação Inês de Castro, dirigido a alunos dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário.

Baseado nos “Percursos de Pedro e Inês”, desde a sua primeira edição, o concurso visa promover o conhecimento dos contextos e lugares históricos, geográficos, sociais, políticos, económicos, literários e afetivos que se relacionam direta ou indiretamente com o romance de D. Pedro e de D. Inês.

Nesta edição, os trabalhos a concurso devem ser elaborados no âmbito das artes performativas (Filme, Dança, Música, Ópera, Teatro, Teatro Musical…), com base em diferentes áreas criativas, configurando uma representação a ser apresentada em vídeo.

Para mais informações, consultar a página do Plano Nacional de Leitura e aceder ao item Perguntas Frequentes, para consulta do regulamento.

As escolas procedem à inscrição online, identificando-se através do seu login habitual. 

Concurso Faça lá um Poema - entre janeiro e março

Concurso Faça lá um Poema


Concurso FLPoema
Decorre entre janeiro e março a edição 2014 do Concurso de Poesia "Faça lá um Poema" (FLP), uma iniciativa conjunta do Plano Nacional de Leitura e do Centro Cultural de Belém, dirigido a alunos dos 1.º 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Estão convidadas a participar as escolas públicas e privadas de todo o país, tanto do Continente como das Regiões Autónomas.

A participação no concurso é individual, não sendo contemplados trabalhos de grupo ou de turma.

Embora ainda com datas concretas a definir, o Concurso vai decorrer no período indicado, realizando-se a respetiva Final no Centro Cultural de Belém, integrada nas comemorações do Dia Mundial da Poesia.

Na data mais oportuna, o Plano Nacional de Leitura vai disponibilizar, na sua página, os instrumentos necessários para a divulgação, inscrição e participação no FLP 2014.

Para mais informações, consultar a página do Plano Nacional de Leitura

sábado, 4 de janeiro de 2014

2014: Ano Europeu contra o Desperdício Alimentar

2014: Ano Europeu contra o Desperdício Alimentar

O Parlamento Europeu declarou 2014 como o Ano Europeu contra o Desperdício Alimentar. A proposta foi apresentada para que sejam tomadas decisões importantes na resolução do problema do desperdício alimentar que existe na Europa. De acordo com um estudo publicado pela Comissão Europeia, antes da entrada da Croácia na EU, a produção anual de resíduos alimentares nos 27 Estados-Membros rondava os 89 milhões de toneladas, podendo mesmo chegar aos 126 milhões de toneladas em 2020, caso não tomem medidas preventivas urgentes.


Segundo dados estatísticos apresentados no ano passado, em Portugal cerca de um milhão de toneladas de alimentos por ano, ou seja 17% do que é produzido, vai para o lixo.

Trata-se de um problema de consequência grave no âmbito ético-social e não menos graves no âmbito ambiental e económico – a produção destes alimentos envolve gastos em terrenos, energia e água, recursos humanos, etc. Na Europa, o desperdício de produtos hortofrutícolas próprios para consumo ronda os 30%. 

Feliz Ano Novo - 2014