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terça-feira, 9 de outubro de 2018
65 filmes de Charlie Chaplin para download ou visualização on-line
Clique no link abaixo para fazer o download ou visualizar on-line:
https://www.revistabula.com/773-20-filmes-de-charlie-chaplin-para-download-ou-visualizacao-on-line/
A vida de Amadeo de Souza-Cardoso em banda desenhada
A vida e obra entre Amarante e Paris, de Jorge Pinto e Eduardo Viana, dá a conhecer o pintor Amadeo de Souza-Cardoso num formato de banda desenhada.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Novidades - Filmes - Os Irmãos Grimm
Sinopse
Dois irmãos viajam pela Alemanha dominada pelas tropas napoleónicas, no início do século XIX, fingindo que livram os habitantes das povoações de monstros e demónios em troco de dinheiro fácil. Mas quando são chamados pelas autoridades francesas para desvendar o misterioso desaparecimento de umas jovens, os charlatães vêem-se forçados a enfrentar forças malignas reais...
Ficha Técnica
Realização: Terry Gilliam
Interpretação: Anna Rust, Barbara Lukêsova, Heath Ledger, Jonathan Pryce, Lena Headey, Matt Damon, Monica Bellucci, Peter Stormare
quinta-feira, 12 de junho de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
O Pequeno Livro das Coisas vence Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2014

«O Pequeno Livro das Coisas, de João Pedro Mésseder (texto) e Rachel Caiano (ilustração), editado pela Caminho em 2012, venceu o Prémio Bissaya Barreto de Literatura para a Infância 2014.» Ler no Diário Digital e no blogue O Jardim Assombrado.
«"O poeta oferece uma obra que desafia o jovem leitor/ouvinte para a contemplação do mundo e para a formulação de perguntas que fortalecem os elos entre crianças e adultos", justificou o júri: os investigadores Rui Veloso e Leonor Riscado e, a representar a Fundação Bissaya Barreto, Lúcia Santos.
João Pedro Mésseder é o pseudónimo literário do escritor e professor universitário José António Gomes, que disse ao PÚBLICO ter ficado particularmente satisfeito por o prémio ter sido atribuído a uma obra de poesia, "género minoritário no universo do livro infantil".» Ler no Público.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Novidades - Livro " A Rapariga que roubava livros "
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.
Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito ativa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adoção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
Livro recomendado para o 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.
Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito ativa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adoção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.
Críticas de imprensa
"Zusak não só cria uma história
original e enfeitiçante, como escreve com poesia… Uma narrativa
extraordinária."
School Library Journal
"Uma narrativa absorvente e marcante."
Washington Post
"Uma história poderosa."
Booklist
"Brilhante… É um daqueles livros que podem mudar a nossa vida…"
New York Times
"Perturbador e poético ao mesmo tempo…Parece bem colocado para se tornar um clássico."
USA Today
"Elegante, filosófico e comovente… Belo e importante."
Kirkus Reviews
"Um feito… um livro que é um desafio…"
Publisher’s Weekly
"Inquietante, desafiante, triunfante e trágico… Um livro de grande fôlego, escrito de forma soberba… É impossível parar de o ler."
Guardian
"Um livro extraordinário, marcante, de grande beleza."
Sunday Telegraph
"Aos trinta anos, Zusak escreveu um dos livros australianos mais invulgares e cativantes de sempre."
The Age (Austrália)
School Library Journal
"Uma narrativa absorvente e marcante."
Washington Post
"Uma história poderosa."
Booklist
"Brilhante… É um daqueles livros que podem mudar a nossa vida…"
New York Times
"Perturbador e poético ao mesmo tempo…Parece bem colocado para se tornar um clássico."
USA Today
"Elegante, filosófico e comovente… Belo e importante."
Kirkus Reviews
"Um feito… um livro que é um desafio…"
Publisher’s Weekly
"Inquietante, desafiante, triunfante e trágico… Um livro de grande fôlego, escrito de forma soberba… É impossível parar de o ler."
Guardian
"Um livro extraordinário, marcante, de grande beleza."
Sunday Telegraph
"Aos trinta anos, Zusak escreveu um dos livros australianos mais invulgares e cativantes de sempre."
The Age (Austrália)
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