No próximo dia 3 de novembro de 2017, irá realizar-se o II Fórum Informal sobre Literacia Mediática, no auditório da Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, Lisboa. Os trabalhos decorrerão entre as das 14:30 às 17:30h.
Mais informações em: http://www.dge.mec.pt/noticias/ii-edicao-do-film-forum-informal-sobre-literacia-mediatica
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segunda-feira, 23 de outubro de 2017
terça-feira, 3 de outubro de 2017
sexta-feira, 14 de julho de 2017
segunda-feira, 3 de julho de 2017
quarta-feira, 14 de junho de 2017
sexta-feira, 19 de maio de 2017
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Convite - MUSEU DE CERÂMICA DE SACAVÉM, 22 DE OUTUBRO PELAS 15 H
MUSEU DE CERÂMICA DE SACAVÉM, 22 DE OUTUBRO PELAS 15 H - À CONVERSA COM CLÁUDIA EMANUEL SOBRE A AZULEJARIA DE JORGE REY COLAÇO
JORGE COLAÇO nasceu em Tânger em 1868 e faleceu em 1942. Fez os estudos artísticos em Madrid e em Paris. Em 1903, já em Lisboa começa a experimentar um novo suporte para as suas pinturas, o azulejo, dado que havia conhecido os Gilman, proprietários da Fábrica de Sacavém, o que lhe permite ensaiar o seu traço sobre um novo suporte. Em data incerta, Colaço vai trabalhar, para a fábrica de Sacavém e aí permanece até 1924. A partir desta data vai trabalhar para a Fábrica Lusitânia em Lisboa, em atelier independente da fábrica, tal como tinha acontecido em Sacavém e aí permanece até 1942.
O estudo da obra azulejar que tenho vindo a fazer abrange apenas Portugal, Açores e Madeira e permitiu inventariar cerca de 1000 painéis, em 116 locais diferentes. Colaço pintava azulejo segundo a técnica tradicional, isto é sobre vidrado cru. Pintava também com a técnica da estampilha, da estamparia, da corda seca e terá ainda utilizado a técnica da serigrafia cerâmica, a quem se atribui, sem certeza, ser pioneiro. Pintou sobre chacota texturada, utilizou prateados, dourados, mas principalmente inovou. Colaço pintou painéis sobre vidrado já cozido!
Colaço num artigo que ele próprio escreve em 1933, refere ter como base essencial do seu trabalho um lema: Portugal. Pelas razões que o próprio invoca a temática da portugalidade é diversificada, desde cenas históricas, a cenas de carácter militar, cenas etnográficas (rurais e piscatórias), cenas religiosas, episódios da literatura de Camões e de outros autores … um manancial de temáticas a que uma imaginação criativa não ficou alheia.
Até ao ano de 1930, a expansão da rede ferroviária originou uma enorme renovação das antigas estações ferroviárias e Colaço foi o primeiro dos escolhidos para esta empreitada o que nos permite contemplar a bela Estação de S. Bento no Porto, com azulejos produzidos na Fábrica de Sacavém.
Cláudia Emanuel Franco dos Santos, licenciada em 2001 em «Pintura» na Escola Universitária das Artes de Coimbra e em 2008 em «Cerâmica», na mesma universidade. Pós graduação em “Património Artístico e Conservação” na Universidade Portucalense do Porto (2004). Mestre em “Património Artístico e Conservação” na Universidade Portucalense do Porto (2007) com dissertação subordinada ao tema “Artes decorativas nas fachadas da arquitectura bairradina. Azulejos e fingidos (1850-1950) ”. A dissertação versa os diferentes tipos de artes decorativas existentes na arquitetura da casa bairradina, aborda de uma forma sucinta a produção azulejar, as distintas técnicas de decoração e quais as principais alterações ocorridas nos paramentos azulejares. Abrange ainda a temática dos azulejos fingidos, tipos, anomalias e problemas de conservação. Foi realizado um inventário exaustivo do património azulejar e de azulejos fingidos na região demarcada da Bairrada.
Com este estudo foi distinguida com o “Prémio SOS Azulejo 2011”: Investigação – História da Arte. Este estudo foi editado no início de 2016 “SANTOS, Cláudia Emanuel - Artes decorativas nas fachadas da arquitectura bairradina. Azulejos e fingidos (1850-1950). Mealhada: Ed. Câmara Municipal da Mealhada, 2015” e contém o respetivo estudo e as fichas de inventário dos oito concelhos inventariados. Estão ainda incluídos os catálogos de fábricas que permitiram a identificação dos azulejos.
Frequenta atualmente o doutoramento na Universidade Católica do Porto em “Estudos de Património”, com a tese subordinada ao tema “Jorge Rey Colaço: Biografia, inventário azulejar e problemas de conservação (1868-1942)” (em fase de conclusão), com orientação da Dr.ª Eduarda Vieira e do Dr. João Mimoso. A tese para além da biografia e inventariação da obra azulejar de Jorge Colaço em Portugal, Açores e Madeira, apresenta os estudos prévios que efetuou. Pretende ainda dar a conhecer as diversas técnicas que o pintor utilizou na sua obra. Um inventário com esta magnitude revelou problemáticas distintas na conservação da obra azulejar que urgia serem estudadas.
Foi docente do ensino secundário de 1999 a 2011 na área das artes (História da arte, Artes visuais, Oficina de artes). Atualmente Conservadora de Património da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, desde 2011 até ao corrente.
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Outubro - mês das bibliotecas escolares
Outubro, mês das bibliotecas escolares, foi o mês escolhido pela Rede de Bibliotecas Escolares para assinalar o seu 20.º aniversário. Assim, no próximo dia 14 de Outubro vai decorrer na Fundação Calouste Gulbenkian o Fórum 20 Anos RBE.
Outubro, mês das bibliotecas escolares, é o mês escolhido para assinalar o 20.º aniversário deste percurso construído através de um grande trabalho em rede e em equipa. A Fundação Calouste Gulbenkian dá-nos a honra de colaborar connosco na efeméride e de acolher nas suas instalações, a 14 de outubro de 2016, o Fórum 20 Anos RBE.
Através dos conferencistas convidados, dos fundadores do Programa, de alguns dos nossos parceiros e de testemunhos vários, procuramos aliar a memória de momentos e atores chave da RBE à compreensão das mudanças complexas que a atualidade nos impõe.
20 anos percorridos temos razões para festejar com os nossos amigos. Mas também a consciência de que o futuro é exigente e incerto. E que um papel significativo junto de alunos, de professores e também dos parceiros com que queremos continuar a trabalhar, implica sabermos interpretar e responder às questões e valores que o futuro já começou a desenhar nos nossos dias.
A participação no Fórum é gratuita mas as inscrições são limitadas e obrigatórias.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Convite
A Câmara Municipal de Loures convida para a conversa " Unidades industriais e comunidades migrantes", que se realiza no dia 24 de Setembro às 15h00, no Museu de Cerâmica de Sacavém.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
Evento/Concurso T-PARADE
Tendo como inspiração os eventos Cowparade, realizado em vários países, e a Chairparade 2015, em Paredes, pretende o Agrupamento de Escolas Eduardo Gageiro organizar uma parada de chávenas de chá, a T-Parade.
O evento pretende valorizar a tradição cerâmica de Sacavém e será uma forma de criar laços entre as várias escolas, uma vez que se pretende que todas as escolas do Concelho participem no evento, levando os alunos a criar os seus projetos para chávenas de chá.
O concurso decorrerá no 2º Período, aberto a todas as escolas do Concelho, culminando no dia 18 de Abril com a festa do agrupamento, onde serão entregues os prémios e inaugurada a Exposição dos trabalhos.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
domingo, 29 de novembro de 2015
Espectáculo Clarabóia baseado na obra de José Saramago
Estreia 10 dez/15
Quinta a sábado, às 21h30 | sábado e domingo, às 16h
Preço à 5ª feira – 7,5€; Nos outros dias – 14€
A Barraca. José Saramago, autoria; Maria do Céu Guerra e João Paulo Guerra,
dramaturgia; Maria do Céu Guerra, encenação; Lucinda Loureiro, Maria do Céu
Guerra, Paula Bárcia, Paula Guedes, Paula Sousa, Rita Lello, Sónia Barradas,
Carolina Parreira, Rita Soares, Teresa Sampayo, Adérito Lopes, Carlos
Sebastião, Helder Costa, João Maria Pinto, Ruben Garcia, Sérgio Moras e
Guilherme Lopes, interpretação.
A obra romanesca de José Saramago (1922 – 2010)
tem o particular condão de não se deixar encerrar nas páginas dos livros.
Recorrentemente, outras artes, nomeadamente, o teatro, têm abraçado as
narrativas do escritor, transpondo-as para os palcos com resultados
particularmente felizes. Lembremos as adaptações de O Bando de Ensaio sobre
a Cegueira e, mais recentemente, de A Jangada de Pedra, ou a
produção do Teatro Nacional D. Maria II, em Mafra, de Memorial do Convento.
Agora, A Barraca, companhia que tem no percurso
um número considerável de adaptações de romances ao teatro, apresenta Clarabóia,
espetáculo a partir daquela que terá sido a segunda obra do autor, publicada
postumamente. Sobre o palco, 17 atores dão vida aos habitantes de um prédio
nessa Lisboa cinzenta dos anos de 1950, “com a polícia à espreita dentro de
cada um”. O resultado é um pungente mural sobre a condição humana, dirigido por
Maria do Céu Guerra, a partir de adaptação do jornalista João Paulo Guerra. FB
Maria do Céu Guerra sobre Clarabóia:
A Barraca tem no seu
historial inúmeras obras de ficção transformadas em escrita dramática, a partir
das quais se produziram inesquecíveis espectáculos. É aliás esta uma das suas
principais vocações. Viagens de Gulliver, de Swifft, O Diabinho da
mão furada, de António José da Silva, Peregrinação, de Fernão Mendes
Pinto, A Relíquia, de Eça de Queiroz, Gente da Terceira Classe,
de José Rodrigues Miguéis, Os Emigrantes, de Ferreira de Castro, A
Balada do Café Triste, de Carson McCullers, são apenas algumas dessas obras.
Neste sentido, A
Claraboia, de José Saramago, constitui para A Barraca um desafio enorme. São
dezassete personagens distribuídas em seis apartamentos num bairro de gente
"remediada" na Lisboa dos anos 50. As suas necessidades, aspirações,
quezílias, transgressões, mentiras são a principal matéria/desafio para um
grande espectáculo de Teatro a acontecer. Tudo encerrado num espaço onde a
ausência de amor é a parede mestra de cada casa e onde o fascismo à portuguesa,
é vivido até ao mínimo pormenor com a policia à espreita dentro de cada um.
O entusiasmo de A Barraca e
a anuência da Fundação José Saramago levaram-nos a tentar dar cumprimento ao
nosso sonho e programarmos este espectáculo para o segundo semestre de 2015.
Temos a certeza que este
espectáculo honrará as instituições culturais envolvidas e não menos o seu
autor.
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
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